SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE ETERNO

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Perto de novo contrato, Ceni vai atrás do inédito título da Copa do Brasil


Rogério Ceni São Paulo (Foto: Divulgação/saopaulofc.net)
O martelo ainda não foi batido, mas é muito grande a chance de Rogério Ceni esticar seu vínculo com o São Paulo até dezembro e só encerrar a carreira no final do ano - o vínculo atual vence em agosto. Com isso, o camisa 1 terá a chance de conquistar o único titulo que falta em sua vitoriosa carreira: o da Copa do Brasil, competição na qual o Tricolor irá estrear em agosto, na fase de oitavas de final. 
O troféu do segundo torneio mais importante do país escapou das mãos do jogador em 2000, quando o São Paulo perdeu a decisão para o Cruzeiro, que, neste ano,  impediu Ceni e a equipe de continuarem sonhando com o tri da Libertadores. Naquele ano, houve empate por 0 a 0 no Morumbi. No Mineirão, derrota por 2 a 1. 
Até o final do ano, se o time avançar até a decisão da Copa do Brasil, o camisa 1 teria mais 43 jogos pela frente. Isso o faria chegar a incrível marca de 1.255 partidas pelo São Paulo, mais do que o dobro do segundo colocado, o também goleiro Valdir Peres, que fez 617 partidas pela equipe do Morumbi.
Ceni também terá a chance de continuar subindo na tabela de artilheiros do clube, se confirmar a renovação. Caso balance as redes adversárias mais uma vez, ele se iguala a Raí, 10º maior goleador da história tricolor, com 128 gols. Acima dele, está Maurinho, com 136.

Juvenal critica demissão de gerente e detona Aidar: "Ele está perdido"


JUVENAL JUVÊNCIO TOUR PELO MORUMBI (Foto: Marcos Ribolli)
Adversário político de Carlos Miguel Aidar, o ex-presidente Juvenal Juvêncio detonou o atual mandatário do São Paulo ao comentar a demissão do gerente de futebol Gustavo Vieira de Oliveira, que foi demitido na quarta-feira. Para ele, a dispensa do profissional foi apenas para atingi-lo politicamente. Segundo ele, Gustavo é ótimo e fará falta no dia a dia do Tricolor.
– O Carlos Miguel está completamente perdido. Ele vai colocar o São Paulo no buraco. A saída faz parte de um processo, ele tirou o Muricy, tirou o Gustavo e vai tirar o Milton, pode escrever. Uma coisa é ele querer acabar com tudo que eu fiz, outra coisa é perder um profissional extremamente competente e que fará muita falta. É uma atitude baixa, lamentável – afirmou Juvenal, em contato com a reportagem do GloboEsporte.com.
Gustavo Vieira de Oliveira era um dos sócios de José Francisco Manssur no escritório de advocacia que prestava serviços ao clube durante a gestão de Juvenal Juvêncio. Em 2013, foi conduzido ao cargo de gerente de futebol. Quando Aidar e Juvenal tornaram-se inimigos políticos, Manssur, assessor pessoal do ex-presidente e leal a ele até hoje, foi para o topo da lista de desafetos de Aidar. Gustavo, portanto, passou a ser visto como alguém que ainda mantém laços muito fortes com a oposição. Juvenal encheu Gustavo de elogios.
– Ele tem personalidade forte, é organizado, responsável e certamente fará sucesso no futebol brasileiro. Teve participação importante na contratação do Luis Fabiano e em outras negociações.  É difícil aceitar que o Aidar esteja abrindo mão de um profissional dessa qualidade por revanchismo – criticou.
A saída de Gustavo, ainda segundo Juvenal, vai trazer mais dificuldades para Juan Carlos Osorio, técnico contratado nesta semana e que tem apresentação prevista para o final da semana. 
– O sujeito vai chegar aqui e precisa saber onde é a Lapa, onde é a Barra Funda, como chega na Marquês de São Vicente (rua onde fica o CT), onde está o estádio do Morumbi, como chega em Cotia. Quem vai fazer isso? Vai deixar o cara sozinho? É de uma incoerência absurda. O Osorio foi o técnico indicado pelo Gustavo. O Milton querem empurrar para Cotia. Quem vai dar respaldo para o novo treinador? Os seguranças do CT? É preciso saber o que está fazendo – lamentou o ex-presidente, que segue ativo dentro da política do clube.
Juvenal voltou a criticar Aidar ao falar do caso da comissão envolvendo o contrato com a Under Armour, que fornece material esportivo ao Tricolor. Uma empresa com sede em Hong Kong tem direito a comissão de R$ 18 milhões por ter intermediado a negociação entre clube e empresa.
– Como se faz um negócio desse? Com uma empresa que tem sede num paraíso fiscal? Qual a origem desse dinheiro envolvido na negociação? Realmente a situação é muito grave, as coisas estão ficando piores a cada dia. O Carlos Miguel vai enterrar o São Paulo – finalizou o dirigente.

Mudanças no São Paulo são atalho para Aidar ter mais poder no futebol


Carlos Miguel Aidar e Ataíde Gil Guerreiro São Paulo (Foto: Marcelo Hazan)
A demissão do gerente de futebol, Gustavo Vieira de Oliveira e a ideia de tirar Milton Cruz do dia a dia do CT da Barra Funda para colocá-lo em Cotia, na ligação entre base e elenco profissional, são os primeiros passos do presidente Carlos Miguel Aidar num processo em que ele terá mais poder no futebol. Até hoje, ele permitiu que Ataíde Gil Guerreiro, vice-presidente do setor, tomasse as rédeas. A tendência é que, a partir de agora, ele atue mais intensamente.
A negociação com o argentino Alejandro Sabella, primeiro nome para substituir Muricy Ramalho, foi comandada por Ataíde. Na Argentina, o vice transmitia as informações a Aidar, que as repassava publicamente. A falta de uma resposta de Sabella dentro do prazo pedido ao vice, que defendia o técnico, foi vista como um processo constrangedor para o clube.
Por isso, Aidar decidiu acompanhá-lo na viagem a Medellín, que definiu a opção pelo técnico colombiano Juan Carlos Osorio e também na conversa com o português José Peseiro. Ataíde defendeu a contratação do colombiano desde o início, mas foi do presidente a palavra final. Osorio assinará contrato por dois anos e deve estrear no clássico da próxima quarta-feira, contra o Santos, no Morumbi.
A demissão de Gustavo Vieira de Oliveira, sim, é uma derrota de Ataíde, que protegeu seu aliado da ira presidencial por mais de um ano. Aidar não gostava da presença do gerente por considerá-lo muito próximo aos seus principais inimigos políticos: o ex-presidente Juvenal Juvêncio e o conselheiro José Francisco Manssur (leia mais no blog Bastidores FC).
Ataíde é visto como um importante aliado político, forte no Conselho tricolor, mas sua situação também é uma incógnita. A provável chegada de José Eduardo Chimello para a vaga de Gustavo deve colocar dentro do vestiário alguém mais próximo ao presidente, que permita mais interferências. Ataíde é conhecido por blindar completamente os jogadores das "cornetagens" vindas do Morumbi, e até mesmo da pressão da torcida organizada. Foi ele, por exemplo, quem proibiu a entrada deles no CT para protesto em certo momento da temporada.  
Interino enquanto a diretoria não conseguiu um substituto para Muricy, Milton Cruz vive na mira de Aidar.  Funcionário do clube há 21 anos, ele acumulou sete vitórias e três derrotas nesse período. Agora, com a chegada de Osorio, o presidente não quer mais vê-lo perto dos jogadores principais, e por isso lhe ofereceu um cargo nas categorias de base. Ainda não teve resposta.

São Paulo e Juan Carlos Osorio vão definir formação da comissão técnica


Juan Carlos Osório, técnico, no treino do Once Caldas (Foto: Diego Ribeiro / GLOBOESPORTE.COM)
Anunciado na terça-feira como técnico do São Paulo, Juan Carlos Osorio chegará na manhã de domingo ao Brasil. Sua apresentação está marcada para 12h30 de segunda-feira, no CT da Barra Funda, e sua estreia ocorrerá dois dias depois, contra o Santos, no clássico marcado para o Morumbi. Ainda não está definido como Osorio montará sua comissão técnica, já que a chegada de profissionais colombianos poderá significar a saída de pessoas que fazem parte da comissão permanente do Tricolor.
Três nomes são cogitados para virem com Osorio ao Brasil: Luis Pompilio Paes (auxiliar), Jorge Henrique Rios (preparador físico) e Fabio Calle (preparador de goleiros).  Só que o São Paulo conta com dois preparadores físicos (Zé Mário Campeiz e Sérgio Rocha) e um preparador de goleiros (Haroldo Lamounier), que tem excelente relação com o goleiro e capitão Rogério Ceni. Como o clube não vive boa situação financeira, já foi definido que a comissão técnica do clube não vai inchar. Portanto, diretoria e Juan Carlos Osorio ainda buscarão o consenso nesta questão.
– Isso só será definida quando Osorio chegar ao Brasil, o que deverá acontecer no sábado. Não haverá problema para se resolver isso – afirmou uma pessoa ligada ao clube do Morumbi, em conversa com a reportagem do GloboEsporte.com por telefone.
Outro profissional que tem o nome envolvido nessas indefinições é Milton Cruz, que trabalha no clube há 21 anos, sempre como braço direito dos treinadores que chegam ao Tricolor. Como Osorio pode trazer seu auxiliar, o São Paulo conversará com Milton para muda-lo de função, fazendo com que ele passe a trabalhar no CT de Cotia, na integração entre as categorias de base e a equipe profissional. 

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Tricolor muda estratégia para Breno, que só deverá jogar em setembro


Breno São Paulo (Foto: Site oficial do SPFC)
Uma das perguntas mais frequentes do torcedor do São Paulo na atual temporada é: quando Breno vai vestir novamente a camisa do time que o revelou? 
Contratado no início do ano após ficar quase três anos preso na Alemanha por colocar fogo na própria casa, o jogador treina diariamente no CT da Barra Funda, mas ainda está muito longe da sua reestreia. 
Hoje, o técnico Milton Cruz sabe que não é possível pensar em utilizar o atleta antes de setembro, quando o Brasileiro já estará no segundo turno e o São Paulo ainda poderá estar na disputa da Copa do Brasil.
Desde que voltou a trabalhar no CT, Breno teve de interromper os treinamentos várias vezes por sofrer lesões musculares, algo muito comum para quem ficou tanto tempo parado e está readquirindo a rotina de um atleta profissional. Por isso, o departamento médico, os preparadores e os fisiologistas mudaram o planejamento. 
Breno passou a ter mais tempo para cumprir cada meta de preparação. Assim, passou a forçar menos. Desde que isso começou, há um mês e meio, o zagueiro não teve novos problemas e vem treinando normalmente com os companheiros.
– A evolução dele é muito boa, dentro de uma expectativa realista. Estamos tendo todo o cuidado especial com ele, já que ficou muito tempo parado, sem fazer exercícios específicos de um atleta. Ele teve algumas lesões, e fizemos um novo planejamento. Ele está indo muito bem, e as metas estão sendo atingidas – afirma o preparador físico do Tricolor, Zé Mário Campeiz.
Dentro de algumas semanas, se tudo continuar correndo bem, Breno será liberado para disputar jogos-treinos pelo time reserva. 
– Isso é importante para que ele comece a ganhar noções de posicionamento dentro de campo. Enquanto isso, continuará trabalhando dentro de campo e no Reffis, onde fará muito fortalecimento muscular, principalmente nos membros inferiores, que são os mais exigidos. Espero que ele não tenha nenhum agravante daqui para frente – diz Campeiz.
O novo planejamento traçado pela comissão técnica estipula o mês de setembro para que o atleta tenha condições de disputar uma partida profissional. Vale lembrar que ele foi contratado em 2012, quando ainda estava preso. O contrato termina em outubro, e a tendência é que seja renovado, mesmo que Breno ainda não esteja 100%.

Inter procura São Paulo e quer ampliar contrato de Wellington até fim do ano


Wellington volante Inter (Foto: Tomás Hammes / GloboEsporte.com)
Apesar do longo tempo sem poder contar com Wellington em razão da cirurgia no ligamento cruzado anterior do tornozelo esquerdo, o Inter deseja a permanência do volante. Tanto que já discute com o São Paulo a prorrogação do empréstimo, que se encerrava em maio, mas que tinha um dispositivo no qual garantia a extensão do vínculo com a sequência da participação gaúcha na Libertadores.
Contratado no ano passado, Wellington logo virou um dos destaques da equipe, então comandada por Abel Braga. O jogador de 24 anos deu consistência ao sistema defensivo e ainda aparecia com qualidade ao ataque. Em outubro, foi acometido da lesão e teve que passar pelo procedimento.
A previsão inicial do departamento médico era que demorasse cinco meses para retornar aos gramados. Porém, está fora de ação por sete meses, ou mais de 200 dias. Atualmente, Wellington está aos cuidados do coordenador da preparação física Élio Carraveta para buscar o recondicionamento físico. 

O volante já corre no gramado e faz trabalhos na caixa de areia do Centro de Treinamentos do Parque Gigante. No Inter desde maio, Wellington soma 23 jogos pelo clube gaúcho. Até o momento, balançou a rede em uma oportunidade.

Sete fatores que levam o São Paulo a insistir na busca por técnico gringo


Juan Carlos Osorio é o novo técnico do Atlético Nacional de Medellín (Foto: Getty Images)

O alvo inicial era o português André Villas-Boas. Depois, pensou-se em Alejandro Sabella, vice-campeão mundial com a seleção da Argentina na última Copa do Mundo, e no também argentino Jorge Sampaoli, treinador do Chile. Agora, o São Paulo já se reuniu com o colombiano Juan Carlos Osorio e vai conversar com o português Jose Peseiro. Para tentar recolocar o time nos eixos, a diretoria tricolor chegou a um consenso: é hora de apostar em um treinador estrangeiro.
Após conversar com pessoas ligadas à diretoria do clube, o GloboEsporte.com enumera abaixo alguns dos motivos que fizeram o clube descartar treinadores brasileiros e insistir em gringos.]

MÉTODOS DE TREINAMENTO

Os dirigentes acreditam que é preciso inovar nos treinamentos. No Brasil, no entender da cúpula são-paulina, são poucos os treinadores que conseguem fazer algo diferente, que pensam em atividades capazes de motivar os atletas. Como há pouco intercâmbio, os técnicos brasileiros estão "viciados na mesmice", detectaram os são-paulinos. Osorio, por exemplo, foi auxiliar técnico do Manchester City por cinco anos. Villas Boas foi técnico na Inglaterra, em Portugal e agora está na Rússia.

Andre Villas-Boas jogo do Zenit contra Krylia Sovetov (Foto: Getty Images)

INTEGRAÇÃO ENTRE BASE E PROFISSIONAL

Poucos profissionais no Brasil conseguem fazer o trabalho de unir as categorias. No São Paulo, muitos garotos sobem para o time profissional, mas nenhum chega em condições de ser utilizado como titular, por exemplo. Juan Carlos Osorio, que hoje é o mais cotado, faz exatamente esse trabalho no Nacional de Medellín. Quando assumiu em 2012, o clube era repleto de estrelas, que foram dispensadas. As pratas da casa ganharam espaço e o time voltou a ganhar títulos. É preciso lembrar que, no relatório de metas do vice-presidente de futebol tricolor, Ataíde Gil Guerreiro, está a promoção de quatro atletas da base até o final da temporada.

CURRÍCULO PARA CHEGAR E COMANDAR

O São Paulo busca um técnico estrangeiro que tenha currículo suficiente para chegar e ser respeitado pelos jogadores. O jogador brasileiro tem imagem de profissional indisciplinado, que gosta de alguém que chegue e determine o que precisa ser feito. Nesse caso, Osorio agrada e muito, já que ganhou títulos na Colômbia, trabalhou na Inglaterra, fez sucesso nos Estados Unidos e, recentemente, esteve cotado para assumir a seleção de seu país, quando José Pekerman ainda discutia a renovação contratual após a Copa do Mundo. O zagueiro Doria falou sobre esse assunto na entrevista coletiva concedida na quinta-feira.
- Se vier, temos que obedecer nos treinamentos. É bom ter um técnico que impõe o que pensa. Acho isso bastante interessante, válido - afirmou o defensor.

FATOR FINANCEIRO

O Tricolor quer diminuir sensivelmente os gastos no futebol. E Juan Carlos Osorio se encaixa perfeitamente nessa filosofia. No Nacional de Medellín, ele ganha aproximadamente R$ 130 mil mensais. No São Paulo, receberia entre R$ 200 mil e R$ 250 mil mensais, que é muito menos do o clube pagava a Muricy Ramalho (R$ 550 mil). Quando ainda se pensava em técnicos brasileiros (Vanderlei Luxemburgo e Marcelo Oliveira foram nomes muito comentados), o clube sabia que ambos têm patamar salarial parecido com o de Muricy Ramalho.

Luxemburgo, São Paulo x Flamengo (Foto: Marcos Ribolli)

FALTA DE OPÇÕES NO BRASIL

Quando ficou sem treinador, o São Paulo definiu que não iria contratar treinadores que estivessem empregados. Por isso, Vanderlei Luxemburgo acabou não fechando. Entre os desempregados, os nomes de Abel Braga e Mano Menezes dividiram a diretoria. O que atrapalhou Abel foi ter o perfil parecido com o de Muricy Ramalho. Mano Menezes era o nome preferido do gerente de futebol, Gustavo Vieira de Oliveira, mas o negócio não seguiu adiante. O clube pensou em Marcelo Oliveira, do Cruzeiro, chegou a conversar com ele, mas quando se definiu o confronto na Taça Libertadores entre os dois times, as conversas foram encerradas.

CENTURIÓN PODE CRESCER

Existe uma corrente dentro do clube que acha que o argentino, contratado por R$ 14 milhões do Racing, está sendo aproveitado de maneira errada. A chegada de Osorio poderia ajudar na adaptação do atleta, já que o idioma é o mesmo. Centurión tem dificuldades de entrosamento. Nos treinamentos, é possível perceber em vários momentos o atleta isolado em um canto. Os jogadores com os quais ele mais tem contato são os da base, como Auro, Boschilia e Ewandro.

HISTÓRICO

Em outras ocasiões, o São Paulo já apostou em técnicos estrangeiros e obteve sucesso. O maior vencedor foi o português Jorge Gomes de Lima, o Joreca, que comandou o time entre 1943 e 1947 e levou o Tricolor a três títulos paulistas (1943, 1945 e 1946). O argentino José Poy foi goleiro da equipe por 522 partidas, voltou para ser treinador em mais 422 jogos e foi campeão paulista de 1975. Antes disso, o húngaro Béla Guttman, que trabalhou praticamente um ano, ajudou o time a levantar o caneco do estadual de 1957.